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Um cliente do Santander Totta não foi atendido no balcão de Celeirós, Braga, por estar mal vestido. Recebeu 169 euros na rua. Apresentou queixa na GNR. Banco condena episódio e abre inquérito
Jose Caria LuisNão foi igual, mas quase, o que aconteceu, há umas décadas, com um industrial de construção civil, natural de Pontével. Contou-me o próprio que, no início da sua atividade, sempre que ia ao Banco, no Cartaxo, envergando a sua normal roupa de trabalho e com a boina no bolso de trás das calças, salpicada, aqui e ali, por pingos de cal, era olhado de soslaio pelos funcionários bancários e ia posicionar-se no fim da fila (o que acho bem). Tempos volvidos, em que o seu negócio prosperou, passou a ser tratado por V. Exa, antecedido pelo apelido e saiu, para sempre, dessa burocracia das filas para entrar diretamente no gabinete do gerente, mesmo vestindo uma qualquer farpela. Creio até que, para o gerente, a partir do momento em que as lecas começaram a ganhar volume em caixa, o Zé até podia ir nu, porque era aceite de igual modo. Tudo aquilo eram preconceitos de mangas de alpaca, para selecionar a clientela...
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